• The New Yorker


    Copa do Mundo de 2018
    A Marlena Agency me provocou a criar ilustrações para a revista The New Yorker, sobre a Copa do Mundo. Criei personagens a partir de um exercício criativo usando sempre a mesma pose.  Marlena Agency. 2018

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  • Caipora Festival

    Caipora Protetora!
    Sua origem está na mitologia indígena Tupi-guarani. Do tupi, a palavra “caipora” (caapora) significa “habitante do mato”. O festival aconteceu em agosto de 2019 em Ribeirão Preto em São Paulo. Além das ilustrações fiz toda identidade, animações, cartazes impressos, flyers e toda mídia para redes sociais.

    Animais xilográficos
    Ilustrações inspiradas em artesanatos e grafismos indígenas brasileiros.
    Tipografia baseada em tipos de madeira. Na cultura popular, a caipora protege as matas e os seus animais.

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  • Sertão Brasileiro

    Economia do sertão
    Baseado nos folhetos de cordéis e xilogravuras populares, ilustrei um vídeo para livro didático sobre “A Civilização do Couro” que narra a importância da economia do Boi. Adoro o movimento Armorial, e me inspirei nas ideias e arte do escritor Ariano Suassuna.

    Assista o vídeo: https://youtu.be/g4TqO_R0Doc

    UNOi Educação. 2017

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  • Folha Ilustrada Afrofuturismo

    Afrofuturismo Folha SP
    Ilustrei uma matéria para o caderno Ilustrada da Folha de São Paulo, sobre a estética do Afrofuturismo. Na ocasião, inaugurei seu novo projeto gráfico com intervenção no título do caderno. Antes da publicação da Folha, havia feito um trabalho para a banda Sarabudja investigando este tema do afrofuturismo, com naves espaciais com turbinas de tambores e mundo africanos imaginários que serviu de base para a ilustração.
    Folha de São Paulo. 2018

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  • Huck Magazine (Londres)

    Brasil neo-fascista
    Ilustração que fiz para revista digital londrina Huck Magazine sobre a conjuntura política brasileira pós-golpe e eleição de 2018. O desafio foi criar uma ilustração que simbolizasse o empobrecimento espiritual e político brasileiro para público inglês, usando cores vibrantes e desconstruindo o paraíso tropical sobre o peso da águia americana e sua intervenção nas eleições.

    Para conhecer e ler a máteria acesse aqui.

    Huck Magazine. 2018

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  • Capa Chinua Achebe | Tag Livros

    O Mundo se Despedaça
    Projeto especial para Tag Livros para o livro clássico da literatura africana do escritor nigeriano Chinua Achebe, que tive a oportunidade de ilustrar. Além da capa, produzi xilogravuras para caixa especial, capa da revista e marcador.


    Tag Livros/Companhia das Letras. 2019

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  • {1} Processo criativo: manual e digital

    Neste vídeo “Processo criativo: manual e digital“, mostro minha relação com o papel e o lápis, dos cadernos de esboços a ilustração digital. É o primeiro vídeo da série “Ensaiográfico”, produzido pela Mariafilmmaker. Em breve publicarei mais um vídeo, “Xilogravura e afrobrasilidade” e vídeo completo. 2018

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  • Zumbi assombra quem?

    Zumbi assombra quem?
    Registro do lançamento na Ação Educativa em São Paulo. As ilustrações do livro estão todas em preto, amarelo e branco, com forte e marcante texto de meu amigo Allan da Rosa, sou grato pela oportunidade de fazer este trabalho! {Fotos de Juliana Jubili}


    Zumbi assombra quem?
    Editado pela editora Nós.
    Design Bloco Gráfico. 2017

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  • Blackbuda! Marlena Agency

    Blackbuda! (In this moment I choose not to create suffering). É uma ilustração feita sob encomenda a partir da frase budista para a Marlena Agency, que esta representando meus trabalhos nos Estados Unidos, a agência representa um seleto time de ilustradores e ilustradoras do mundo inteiro e faço parte deste time agora!!!

    Conheca: www.marlenaagency.com/

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  • No balanço da Maré

    No Balanço da Maré, um de livro de Julio Cesar da Costa e Edson Ikê.
    Editora Evoluir. 2015

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  • BemBom Cachaça

    BemBom é uma cachaça brasileira comercializada em Londres.
    Ilustração promocional para camisetas. Uma homenagem ao samba
    e a cachaça brasileira. Saúde!!!

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  • África | Contar e Encenar

    Abra a roda, Griô quer passar!
    Ensino de cultura afrobrasileira em sala de aula com uma proposta baseada na
    cosmovisão africana e afrobrasileira, na valorização do brincar, contar, comer e encenar,
    com propostas que tive o prazer de ilustrar, com equipe do UNOi Educação.
    Feliz é quem brinca e se diverte brincando
    Um dos eixos tratado no projeto é o brincar, tive a oportunidade de ilustrar brincadeiras africanas e brincadeiras populares do Brasil.

    A palavra como perpetuação da memória
    Amadou Hampâté Bâ, especialista em transmissão oral e sociedades tradicionais africanas, disse em uma de suas últimas entrevistas uma frase que se eternizou: “Na África, quando um ancião morre, é como se uma biblioteca se incendiasse”. Além de bela, a frase revela alguns elementos indissociáveis das culturas africanas das savanas: a importância da oralidade como perpetuação da memória, o respeito aos mais velhos e a sabedoria construída pela experiência e pelo poder de dar vida às palavras, conferindo-lhes cheiros, cor e som. Escutar uma história da tradição africana é se deliciar com uma sequência de imagens e poesias.

    O Rei da Etiópia. Ilustração para o conto de tradição oral da Etiópia.

    Kwaku e as história do mundo. Ilustração para a lenda tradicional de Gana.
    “(..) Um dia, Kwaku, um homem que tecia redes como se fosse uma aranha,
    com fios que vinham de seus dedos dos pés e das mãos, teve uma ideia.
    Uma ideia que ninguém tinha tido antes. Ele resolveu que procuraria Nyame para
    fazer uma proposta: compraria as antigas histórias da humanidade e o direito
    de os humanos ficarem com todas as novas histórias. Para ir ao encontro
    do Rei do Céu, Kwaku teceu uma rede muito grande que
    o levou até onde ele morava. (…)”

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    UNOi Educação/Grupo Santillana Brasil
    Projeto interdisciplinar de ensino de cultura negra dentro de sala de aula.

     

     

     

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  • Motumbá Sesc Belenzinho

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    Motumbá | Memórias e existências negras
    Mostra que integra diversas linguagens artísticas e ações culturais para apresentar uma panorama das poéticas, estéticas e temáticas produzidas e interpretadas por gripos e artistas negras, negros e/ ou periféricos. Meu desafio foi fazer um trabalho que remetesse ao universo da cultura afrobrasileira e fui buscar inspiração nas bordadeiras populares e o tabuleiro de Ifá. Experimentei o uso da serigrafia e impressão sobre o papel kraft que deu uma textura quente e muito elegante.
    *Capa da programação.

    Motumbá: memórias e existências negras.
    Uma mostra das artes e culturas negras. Sesc Belenzinho. 2017
    Programação impressa em serigrafia em papel kraft.

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  • Reinos Africanos

    Reinos Africanos
    Ao contrário de um Estado moderno, os reinos africanos não tinham fronteiras muito definidas e seus limites se alteravam conforme sua evolução política. Muito do que conhecemos sobre eles veio das descrições feitas nos séculos XVI e XVII pelos cartógrafos portugueses.

    UNOi Educação/Grupo Santillana Brasil.

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  • Rincon Sapiência


    Rincon Sapiência/Vulgo Manicongo. Ilustração promocional para
    lançamento da música “Ponta de Lança” .

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  • Nomade Orquestra

    Nomade Orquestra. Xilogravura, e-flyer e cartaz. 2016

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  • Mapa América do Sul

    UNOi Educação/Geografia Ensino Médio. 2016

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  • Bando do Lampião

    Lampião e seu bando!
    Ilustração no estilo da xilogravura nordestina.
    Busco referências nos gravadores populares, movimento armorial,
    ilustrações de capas de cordel…

    UNOi Educação/Literatura Ensino Médio. 2015

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  • Revista Sorria

    Revista Sorria. Editora Mol. 2017

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  • Sofi, a pipa bailarina

    “Sofi, a Pipa Bailarina” de Solange Garcia, ilustrado por mim. Conta a história do brinquedo mais popular do mundo, a pipa. Editora Evoluir. 2015

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  • Capa Nova Escola

    Nova Escola. Editora Abril. 2014

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  • Bafafá

    Bafafá. E-flyers. 2016

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